CONVOCATORIA ARTE CORREO“ LLAMA” …PORQUE UNA PEQUEÑA CHISPA ENCENDIO UNA GRAN LLAMAENVIAR UNA POSTAL 10 X 15 cm.(técnica libre) + TRES FOSFOROS(CERILLOS)
A:NELDA RAMOSRAMELLA 560 e/ LACAR Y LAUQUENBERNAL – C.P. 1876BUENOS AIRES/ARGENTINA
E-MAIL: boutiquepop@yahoo.com.ar
No devolución/Documentación a todos los participantesRecepción hasta el 30 de octubre de 2007Esta convocatoria se exhibirá en el mes de noviembre/diciembre en Zonadearte.
MAIL ART CONVOCATORY“FLAME…”BECAUSE A LITTLE SPARK LIGHTS A BIG FLAMESEND A POSTCARD 10 X 15 cms. (Free technique) + THREE MATCHES
TO:NELDA RAMOSRAMELLA 560 e/ LACAR Y LAUQUENBERNAL – C.P. 1876BUENOS AIRES / ARGENTINA
E-MAIL: boutiquepop@yahoo.com.ar
No devolution/Documentation to allReception: ‘til October 30th 2007This convocatory will be show in November/December at Zonadearte.
Nelda Ramos
Artista Multidisciplinaria
http://neldaramosperformance.blogspot.com/
martes, 8 de mayo de 2007
lunes, 7 de mayo de 2007
A BALADA DO NALÃO
Não olhastes uma bússola?
É um objecto liviano:
Um círculo graduado.
Dibuja-se a pracer a rosa dos ventos numa superficie,
Entalhasse uns pontos, umas cifras, e não mais.
Sobre a vacuidade do campo matemático
Surge pronto vida, espertasse uma agulha
Que oscila uns segundos e acha a sua mesma sinal,
Fiel a voz que chama, incesante, do Norte.
Também seguem as almas sendas polarizadas,
Porém algunas durmam, e ao espertar bocejam
E acreditam que vivem,
Embora o vento arraste outras hacia um destino desaceitado,
Aquela disparasse directa ao infindo.
Acredita-se cá do alma diminuta duma crianza
Que germinou num vale.
Afastada do rio perto ao qual ficó, so sabia procurar a
Senda de volta
Com a sua agulha cordial orientada ao Norte.
Olhais ao salmão lutar, tenaz, contra corrente?
Qual forza bruta o bateu à fonte
Na qual nasceu!
Ataca rio arriba,
Deixando o ancho mar onde ficó livre,
Para afrontar os caudais mais restritos.
Impávido ao risco,
Não faz apreço ao pescador que gosta do ser ocio na ribeira
E fica, ao fim, a meta… Si é que fica.
Iste é seu manancial!
(o coraçao sabelo, porém esteja tão virado)
o que foi simples arbusto
estende agora sua ramagem sobre o mar,
e algém talou a grande árvore que animava o seu empenho na dura travessía.
As longas invernadas socavaram as bermas,
Mais cá estão as flores
(sempre há flores novas nos declives verdes)
embora não o conhecem.
Para elas, um exquisito irrompeu no remanso.
O peixe fica cansado.
A vida que buscava ficou tras dele:
Seu passado fluiu para sempre rio abaixo
E consumiu-se o futuro com a luta na escuma.
Ninguém acolhe ao viajante que chegou a seu porto.
Na jangada deserta só vela a morte.
Eugenio Torrecilla
De la traducción al portugués Casimiro Palacios
É um objecto liviano:
Um círculo graduado.
Dibuja-se a pracer a rosa dos ventos numa superficie,
Entalhasse uns pontos, umas cifras, e não mais.
Sobre a vacuidade do campo matemático
Surge pronto vida, espertasse uma agulha
Que oscila uns segundos e acha a sua mesma sinal,
Fiel a voz que chama, incesante, do Norte.
Também seguem as almas sendas polarizadas,
Porém algunas durmam, e ao espertar bocejam
E acreditam que vivem,
Embora o vento arraste outras hacia um destino desaceitado,
Aquela disparasse directa ao infindo.
Acredita-se cá do alma diminuta duma crianza
Que germinou num vale.
Afastada do rio perto ao qual ficó, so sabia procurar a
Senda de volta
Com a sua agulha cordial orientada ao Norte.
Olhais ao salmão lutar, tenaz, contra corrente?
Qual forza bruta o bateu à fonte
Na qual nasceu!
Ataca rio arriba,
Deixando o ancho mar onde ficó livre,
Para afrontar os caudais mais restritos.
Impávido ao risco,
Não faz apreço ao pescador que gosta do ser ocio na ribeira
E fica, ao fim, a meta… Si é que fica.
Iste é seu manancial!
(o coraçao sabelo, porém esteja tão virado)
o que foi simples arbusto
estende agora sua ramagem sobre o mar,
e algém talou a grande árvore que animava o seu empenho na dura travessía.
As longas invernadas socavaram as bermas,
Mais cá estão as flores
(sempre há flores novas nos declives verdes)
embora não o conhecem.
Para elas, um exquisito irrompeu no remanso.
O peixe fica cansado.
A vida que buscava ficou tras dele:
Seu passado fluiu para sempre rio abaixo
E consumiu-se o futuro com a luta na escuma.
Ninguém acolhe ao viajante que chegou a seu porto.
Na jangada deserta só vela a morte.
Eugenio Torrecilla
De la traducción al portugués Casimiro Palacios
Apenas dos
Apenas dos
Así tomados
Que parecen muy poco,
Que se tienen que tocar,
Que para verlos
Se necesita enfocar.
Apenas dos
Así tomados de uno en uno
No son nada, son como polvo.
Lenta e inexorable
Avanza la erosión
De lo que nunca fue.
Casimiro Palacios
Así tomados
Que parecen muy poco,
Que se tienen que tocar,
Que para verlos
Se necesita enfocar.
Apenas dos
Así tomados de uno en uno
No son nada, son como polvo.
Lenta e inexorable
Avanza la erosión
De lo que nunca fue.
Casimiro Palacios
domingo, 6 de mayo de 2007
A garra do macaco

Parei na Body Shop
E disse ao tipo da loja:
Queria que me instalassem um estéreo FM nos dentes
E me tirassem este sinal das costas
E mo posessem na bochecha.
E hmmn já que aqui estou, que tal se me desse
Um daqueles pés de salto alto?
E ele disse: escute, isto nao tem garantia.
A Natureza tem regras e a Natureza tem leis
Oiça, cuidado com a garra do macaco
Fragmento de A Garra do Macaco. De Laurie Anderson en traducción de Joao Lisboa para Amelia Muge
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